27 de julho de 2010

Lá onde caem águas brumárias,
Molhando a esperante terra seca
seca cerrado cercado.
Enchem os antigos garimpos –
covas de esperanças cristalinas,
e as corredeiras d’outros tempos.

Cerrado secado
Dá água
Na boca de quem vê
E de quem guarda lembranças,
as mais férteis recordações.