Sei que acontece. Nem como e nem porquê. Isso de não saber explicar é coisa que intriga, mas intriga como aquelas coisas que se pensa sem pensar. Sem prensar. Sem nem imaginar. Não dá tempo. Passa pela cabeça passando, nao pára. Acontece parecendo que não aconteceu.
Quando acontece acontecendo passa parando em distâncias imperceptíveis. Frequências incalculáveis. Como música que entra e não sai. Passa pensando, sem parar. Prensa toma conta entra martela funfurunfa blábláblá. Intensifica sem saber se necessário. Torna preocupação sem precisão. Não vai embora, corrói, destrói.
E se dilui.
20 de novembro de 2010
13 de novembro de 2010
piegas
Passaria o dia inteiro
entre quase lágrimas
quase tristezas, quase alegrias...
quase inteira...
Quase!
A ingênua necessidade dos olhos teus
menor que qualquer tentativa
de estar longe das tuas palavras
preenche as lacunas
da tua ausência.
Teu fantasma me dava medo,
E o medo agora é meu fantasma
Quase inteiro me habita,
Já nao sei por muito ficar distante.
Tu aqui, eu lá.
entre quase lágrimas
quase tristezas, quase alegrias...
quase inteira...
Quase!
A ingênua necessidade dos olhos teus
menor que qualquer tentativa
de estar longe das tuas palavras
preenche as lacunas
da tua ausência.
Teu fantasma me dava medo,
E o medo agora é meu fantasma
Quase inteiro me habita,
Já nao sei por muito ficar distante.
Tu aqui, eu lá.
8 de novembro de 2010
A tranquilidade do mais intenso verde da primavera me inspira e me faz sorrir. O sorriso mais doce e leve, baseado em uma realidade que não busca uma única tentativa de ser entendida... uma realidade vivida!
Um sorriso sem fantasmas, que não sofre de nenhum mal devastador...
Sorriso que me habita com serenidade... expressando a vontade de voar nos mais intensos e coloridos céus... não mais unicamente nos céus azuis de um passado recente...
Ah, sorriso preguiçoso!
Um sorriso sem fantasmas, que não sofre de nenhum mal devastador...
Sorriso que me habita com serenidade... expressando a vontade de voar nos mais intensos e coloridos céus... não mais unicamente nos céus azuis de um passado recente...
Ah, sorriso preguiçoso!
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